Bismuto

Caro e pouco abundante, o bismuto é empregado sobretudo em ligas especiais que fundem a baixas temperaturas, sendo também muito utilizado em produtos terapêuticos.

Metal branco e quebradiço, de símbolo químico Bi, o bismuto é empregado sobretudo nas metalurgias do ferro e do chumbo. Pertencente ao grupo Va da tabela de classificação periódica, cristaliza-se facilmente e dilata-se quando solidifica, como a água ou o antimônio. De todos os metais, o bismuto é o mais diamagnético, e o de menor condutibilidade térmica depois do mercúrio.

Encontra-se em estado livre em diversas regiões da América, Europa e Ásia, e os depósitos mais produtivos são os de San Baldomero, na Bolívia. Entre os principais países produtores figuram os Estados Unidos, Peru, México, Bolívia, Canadá e Japão. No Brasil, sua ocorrência é pequena e ocasional, em Minas Gerais e Rio Grande do Norte (minas de Brejuí e Barra Verde, em Currais Novos).

O bismuto combina-se com outros elemento formando sulfetos, dentre os quais os mais importantes são a bismutinita (Bi2S3), a bismutita, que é um carbonato básico de composição variável, e a bismita (Bi2O3). A maior parte do bismuto produzido no mundo é empregada em produtos farmacêuticos.